domingo, 19 de maio de 2013

A voracidade em ter que sobreviver é uma coisa impressionante


Para muitas famílias, sobrevivência é sinônimo de Bolsa Família. Desde as primeiras horas da noite, observei muitas mulheres e crianças de colo tomando conta do Terminal de Antônio Bezerra. Duas filas enormes se formaram no pequeno auto-atendimento da Caixa, levando essas pessoas a dividirem espaço com os ônibus que trafegavam na pista. A situação era tamanha que Polícia Militar e Guarda Municipal tiveram que ser acionadas para evitar maiores complicações. 

Eram muitas mulheres mesmo. Humildes, não queriam saber das condições em que se encontravam. Noite fria, filhos chorando, muita gente nas filas, o importante era receber o benefício o quanto antes. Aquele terminal de ônibus teve o som de motores de ônibus abafado pelos murmúrios que davam conta de que, quem não recebesse o benefício até hoje só iria receber daqui a três meses. 

Surgiu a informação de que o dinheiro do auto-atendimento esgotou. A correria se deu rumo às filas de linhas que passem pela Bezerra de Menezes, para que fosse possível efetuar o saque em uma agência da Caixa. A favorita foi a linha 086, na qual eu estava. Abarrotado de mães, o coletivo deu início ao seu trajeto. A primeira agência fica vizinho ao terminal, mas estava tão lotada quanto o auto-atendimento do terminal. Ao chegar na agência da Bezerra, as passageiras que desceram do ônibus engrossaram a conturbação que estava ali instalado. Perplexo, o que eu via naquele momento era o caos.

Nas agências seguintes por qual o itinerário da linha 086 abarca, o movimento era o mesmo, porém menos intenso do que verifiquei na Mister Hull e Bezerra de Menezes, devido estas serem localizadas em áreas centrais, distantes de bairros periféricos na qual residem a totalidade dos beneficiários pelo Bolsa Família.

Não era possível acreditar que o Governo Federal tenha exposto toda essa gente em uma situação dessas. Depositar um pagamento em um sábado, que não tem expediente, à noite e ainda com a, suposta, advertência de não receber o benefício pelos próximos três meses seria constrangedor e desrespeitoso. As agências da Caixa estavam de um jeito que nem em dia útil. São essas mesmas pessoas que dão manutenção para o poder que aí está. Mas, elas não têm culpa. É o sistema. Para muitos, 100, 200 ou 300 reais é grande coisa para a subsistência. Apesar dos pesares, quem conseguiu sacar o dinheiro, volta com a conformidade da comodidade. 

No final das contas, era tudo boato.

http://www.facebook.com/notes/imprensa-caixa/nota-de-esclarecimento-sobre-bolsa-família/465311590215646

Fortaleza, 18/05/2013

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Falta de humanização evidencia crise no transporte

Antes de começar:
http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/vc-no-g1-rj/noticia/2013/04/motorista-expulsa-passageiros-de-onibus-no-rio-diz-leitora.html

http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2013/04/prefeitura-manda-demitir-motorista-que-ameacou-passageiro-no-rio.html

A eclosão de irregularidades no transporte coletivo no Rio de Janeiro, surgida após o acidente com um ônibus que despencou de um viaduto e caiu em plena Avenida Brasil, revela a desumanização que impera dentro dessas caixas sobre rodas. E não só se restringe à Cidade Maravilhosa, que fique claro.

Transporte coletivo é sinônimo de mazela. O julgamento vem da fonte motriz, os usuários. Ônibus desconfortáveis, atrasados e a má educação dos profissionais são as principais acusações. Tornou-se um estigma indissociável na sociedade brasileira.

Importante destacar que o transporte, antes de mais nada, é composto por pessoas. Do passageiro, passando pelo motorista, cobrador, colaborador, empresário até o secretário responsável pelo setor. Mas para que o transporte seja de fato eficiente, é preciso humanização. Em tese, se somos humanos, logo somos humanizados. Isso vale para todos os envolvidos, sem exceção.

É uma reação em cadeia. A ganância dos gestores que elaboram os horários, pouco coerente com a realidade em que se encontra a mobilidade nas vias. O estresse do motorista, ao se ver obrigado a cumprir a escala, sob pena de perder a renda da viagem em caso de atraso. A impaciência do usuário ao se deparar com quilômetros de lentidão e ter que encarar possíveis adversidades em seus compromissos.

Como todo bom humano, é despertado uma condição que está intrinsecamente ligado à nossa condição, não que seja de forma voluntária, o egoísmo. Muitos gestores que só pensam no lucro. Motoristas que só querem saber de cumprir viagens, ocasionando as "queimas de paradas", por exemplo. Passageiros que exigem tratamento cordial dos operadores e apenas chegar ao seus destinos, mas não enxergam o suplício rotineiro enfrentado no trânsito. 

Sem falar nos proprietários de veículos individuais, que dia após dia entopem as vias com seus carangos, com ar condicionado, poltronas, som, pouco se lixando para quem está se espremendo dentro do ônibus, quando se poderia buscar outras alternativas para contribuir com a redução dos engarrafamentos. 

Como consequência, insultos, denúncias e, no mais extremo dos casos, socos e pontapés entre operadores e usuários. Os gestores continuam em seus escritórios, tentando abafar uma crise aqui e acolá, diante da posterior repercussão midiática. E tudo continua como está. 

A solução do problema é mais abstrata do que se imagina, e não técnico como se parece. Investimentos existem. Renovação de frota, monitoramento em tempo real, câmeras nos coletivos, bilhetagem eletrônica, entre outras contribuições que a tecnologia pode oferecer. Todo esse aparato constitui uma aparência externa de confiança no transporte. Como o próprio nome diz, "coletivo", a compreensão e o respeito precisam aflorar em cada indivíduo inserido dentro desse sistema, para desfazer a ilusão construída e concretizar a real confiança.

Transporte é humano. São relações que se estabelecem dentro de um ambiente em movimento. Não importa o modal. Cada usuário com seus problemas, suas vitórias, alegrias e tristezas. O que impede que isso seja compartilhado, respeitado, compreendido? Esbarrou em alguém involuntariamente, desculpas. Ceda o lugar para idosos ou pessoas necessitadas. Alguns até arriscam recitar um poema, ou cantar, e até mesmo contar causos. 

A mudança não depende das instituições (secretarias e empresas de transporte). A mudança só depende de nós, usuários. Humanos. Uma reflexão profunda de nossa relação com o semelhante é o caminho. Transporte é cidadania!
às 00h40

sexta-feira, 22 de março de 2013

Imagem do dia (08)

Imagem publicada pela Rádio CBN no Facebook

Feito para esclarecer uma mentira asquerosa inventada pelo desespero que tomaram alguns que interpretam o todo-poderoso à sua maneira, cobertos pelo véu fundamentalista-religioso. E também àqueles que acreditam nas futilidades que dominam as redes sociais. Se tornaram uma espécie de "canalizador de ignorância", instantâneo e em ampla escala. É o reflexo de grande parte da sociedade. Complicado.

terça-feira, 19 de março de 2013

Real igualdade de direitos, para todos


Estamos imersos em meio às discussões calorentas e suadas sobre direitos. Direitos. Todo cidadão possui o papel de cumprir deveres para o pleno funcionamento das instituições sociais. Nada mais justo que seja garantido um amparo constitucional em vista de coibir possíveis abusos contra nossa honra e dignidade, importante destacar, humana.

Afinal de contas, somos humanos. Nos diferenciamos dos demais seres porque dotamos de racionalidade, o suficiente para produzirmos um ambiente ao nosso favor, com total harmonia. Entretanto, alguns vislumbram além disso, o que é um perigo. Utilizam o elemento racional para pensar somente em si, não no coletivo. Também nos diferenciamos pelo egoísmo, mas esse não é o caso.

É justamente nessa individualidade, ao mesmo tempo tão diversificada, que são construídas as minorias. Voltando ao embate por direitos, essas minorias, sentindo-se excluídas da sociedade como um todo, buscam, com todos os méritos, proteção ao Estado. Esses grupos acabam esbarrando nos interesses de outros grupos, geralmente contabilizados como maioria, também individualizados, regidos sob influência de padrões e normas estabelecidas historicamente.

A maioria entende que os indivíduos não inseridos no padrão vigente buscam “privilégios” ao invés de direitos, pois os seus interesses são interpretados como “acima do que é correto” e que essas “regalias” atribuiriam a uma condição especial dentro da sociedade.

Venho observando que essas oposições estão gerando mais rancor e, no mais extremo das situações, ódio. Quero me ater somente no que se refere a religião, etnia e sexo. Essas particularidades devem ser entendidas em um segundo plano, enquanto que não são fatores preponderantes para a construção de um indivíduo em sua solidez moral, ética e civil. Estas, por sua vez, são moldadas pelo caráter que é construído ao longo de sua formação, e que interferirá nos concidadãos à sua volta.

Define-se caráter como o “conjunto de características, boas ou más, que distinguem uma pessoa, um povo [...]”*. O fato de alguém ser católico, evangélico, espírita, umbandista, etc., é apenas uma peculiaridade que deve ser vista em segundo plano, pois não constrói, moralmente, o indivíduo. Mas, sim, o contrário. Os valores morais e éticos do indivíduo faz com que haja uma identificação com as doutrinas, culminando na agregação aos grupos religiosos.

Tampouco a cor da pele vai definir o caráter do indivíduo. A natureza como justificativa é o suficiente para derrubar qualquer ideia racista. Até onde saibamos, não é possível decidir se queremos ser negro, branco, mulato, índio, etc..

E porque a orientação sexual também iria incidir? Ela baseia-se na busca da realização com finalidade de relacionamento entre pessoas de sexo oposto ou de mesmo sexo. Isso é particular de cada um, que merece o devido respeito. Os termos utilizados para designar relações entre seres, como "homossexual", "heterossexual" e afins, não tem mais sentido. Somos humanos e temos o direito inviolável de nos relacionar com quem quisermos. Sem rótulos pautados por orientação sexual, pois isso não é motivo para definir caráter.

Assim exposto, concluo que os fatores acima apresentados não são traços relevantes para as atitudes que um indivíduo venha a concretizar em uma sociedade organizada, de modo que interfira no espaço do outro. Já que o assunto tão aclamado é por igualdade de direitos, porque não aplicar as leis de uma constituição (que deve ser revista e atualizada) que oferte proteção a todos os cidadãos, independente de religião, cor ou orientação sexual?

Hipoteticamente falando, em um julgamento, o homicida é questionado sobre a motivação do crime. Ele responde que cometeu o delito porque a vítima gostava de pessoas do mesmo sexo. Ou, ainda, a matou porque era umbandista. Mais torpe ainda, porque era negro.

Nenhum crime é justificável, mas os três motivos citados não são relevantes para que se cometesse o assassinato. Isso tipifica crime de ódio, que é caracterizado pelo delito desencadeado por intolerância racial, religiosa e outros tipos de preconceito. Simples e apenas. Necessita-se compreender todos os grupos vitimizados pelos opressores nessa legislação. Acredito que resolveria boa parte do problema.

Não é só opressão física, mas social também. Religião, etnia e sexo, reitero, não moldam caráter. Seria contra a moral e bons costumes um homem demonstrar afeto por um amigo ou namorado em via pública? Um negro não pode ocupar uma posição de destaque em seu posto de trabalho graças ao seu esforço? Um evangélico não pode expressar a sua fé? São atitudes inerentes às necessidades humanas.

Diz a constituição, que, em tese, deveria cumprir-se sem interferências externas: “Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil: ... IV - promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação”. (inc. IV do art. 3º). Limpo e seco.

Seria tão fácil se nossa racionalidade nos conduzisse ao coletivo.
(*) http://www.dicio.com.br/carater/
às 05h05min

sábado, 16 de março de 2013

Importância e tolerância


Paixão. Todos nós temos. É uma vocação que carregamos conosco, surgida em alguma fase da nossa vida. Podemos descobrir mais cedo ou mais tarde. Ferramenta útil para fazer esse globo abarrotado de seres interdependentes funcionar. Relação mútua. Existem indivíduos que tem paixão por matemática. Outros, por literatura. Alguns, por ensinar. Dirigir, cozinhar, varrer, música, militar, cuidar, ajudar, proteger, biologia, sociologia, filosofia, história, psicologia, advogar, costurar, escrever, construir, administrar, física, química, política, pessoas. Muitas reticências.

Regra principal é saber dar valor. Por mais que a paixão não seja devidamente reconhecida, o fato de ela já existir é motivo para sentirmo-nos úteis. Aguardando pelo momento certo. Tal como um embrião, que precisa de outro fator para se concretizar. Capacidade. Mostre sua paixão aos outros e de que forma ela pode ser útil aos demais. Não importa qual seja.

Se for limpar as calçadas e ruas da cidade, irá evitar possíveis transtornos pós-chuva. Obrigado! Se for discutir sobre as diversas manifestações literárias e de que modo elas podem influenciar outras gerações, irá ampliar conceitos e novos pontos de vista. Obrigado! Se for especializado em medicina, irá ajudar a prevenir doenças e/ou amenizar algum sofrimento mediante intervenção cirúrgica. Obrigado! Se a vocação é a docência, irá preparar novos cidadãos aplicando-lhes conhecimento necessário para a vida. Obrigado!

Motoristas, psicólogos, cozinheiros, farmacêuticos, jornalistas, vendedores, garçons, engenheiros, advogados, porteiros, técnicos em informática, enfermeiros, costureiros, professores e muitos outros. Obrigado!

Minha paixão não é reconhecida. Tenho ânsia para que o contrário aconteça. Entretanto, compreendo que nem todos a veem da mesma maneira. E é justamente isso que a faz especial, como qualquer uma dessas citadas. E, aliado a essa paixão, tenho mais uma. Permitam-me ser um porta-voz. Apesar da aparente reclusão, comunicar é meu dom. São elas: ônibus e comunicação.

A ânsia surge novamente quando estou diante de um acontecimento inesperado. Alguns exemplos:  Anúncio de novas linhas. Protesto fecha terminal. Novos ônibus começam a circular. Surge uma incontrolável agonia de disseminar a informação. Por vezes, até o celular não é o suficiente. Ligação ocupada, não atendem e outros imprevistos. Um aparelho qualquer com acesso à internet seria útil naquele momento, mas condições adversas não permitem. O jeito é trabalhar a espera.

Paremos para pensar o quão importante é o sistema de transporte. Sem ele não haveria desenvolvimento. Proporciona até mesmo encontros, antes distantes. Alivia as ruas, avenidas e o ar. Os gestores correm atrás de eficiência para conquistar confiança, mas não existe um canal de comunicação de fato estabelecido. Deixe para quem entende do assunto, assim como deixamos outros para várias pessoas que entendem.

Enquanto permanecer despercebido, ganha-se uma virtude. A Paciência. Tentemos exercê-la para o ápice. Válido para todos que possuem uma paixão.

às 03h04min

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Estaria sumindo o Romatismo?


Tema de uma aula de Literatura: Romantismo - movimento literário do século XIX. Acompanhamos a leitura de um box do livro intitulado de: "Românticos: uma espécie em extinção?". Dentro deste box foi extraído um pedaço da música Românticos, do cantor e compositor Vander Lee, cujo trecho é este:

Românticos são poucos
Românticos são loucos desvairados
Que querem ser o outro
Que pensam que o outro é o paraíso

Românticos são lindos
Românticos são limpos e pirados
Que choram com baladas
Que amam sem vergonha e sem juízo
São tipos populares que vivem pelos bares
E mesmo certos vão pedir perdão
E passam a noite em claro
Conhecem o gosto raro
De amar sem medo de outra desilusão
(Romântico é uma espécie em extinção)

A professora pergunta para a classe se entre os jovens ainda existe esse "negócio" de romantismo, como entregar um buquê de flores, uma caixa de chocolate, um bilhete, coisas do tipo

Eu acho que não.

Nos dias de hoje o lance é ficar. Ficar, ficar e ficar. Um amasso aqui, outro acolá. Sem sentimento, só curtição. Às vezes fico pensando: como é que existem pessoas neste mundo que só pensam nisso? Estariam fazendo uma espécie de seleção para ver se encontram o par ideal? Talvez. Outras ficam porque gostam de ficar mesmo e nem pensar em levar um relacionamento a sério. Será que não tem um grão de sentimento, por menor que seja, dentro dessa pessoa, que faça com ela se apaixone por alguém que preencha a outra metade que lhe está faltando?

Acredito que todos tem uma metade para ser preenchida. Pode demorar o tempo que for.

Sinceramente, entro em contradição algumas vezes. Penso se o melhor é ficar ou levar a coisa a sério. Fico inseguro, pois meu dualismo não permite tirar uma certeza, ainda. Mas não vejo coisa mais bela do que passar um final de tarde juntos, trocar carinhos, conversar, namorar em uma noite estrelada, coisas do romantismo - romântico. Talvez estes valores estejam sumindo entre nós, jovens. É o que vejo. Pode ser que não. Espero realmente que não.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Imagem do dia (07)

Adoro quando o céu fica assim, avermelhado... Da frente de minha casa se dava para ter uma visão privilegiada quando existia somente um terreno baldio. Mas, aos poucos, a paisagem vai dando lugar ao progresso.


domingo, 23 de maio de 2010

A pedra

Este texto foi extraído do Jornal da Vitória (informativo mensal da Empresa Vitória) do mês de Abril, no qual gostaria de compartilhar aqui no blog. Muito motivante, por sinal.

A pedra
O distraído nela tropeçou.
O bruto a usou como projétil.
O empreendedor, usando-a, construiu.
O camponês, cansado da lida, dela fez assento.
Para as crianças, foi brinquedo.
Drummond a poetizou.
Já, David venceu Golias, e Michelangelo extraiu-lhe a mais bela escultura...
E em todos esses casos, a diferença não esteve na pedra, mas no indivíduo!
Não existe "pedra" no seu caminho que você não possa aproveitá-la para o seu próprio crescimento.
Cada instante que passa é uma nova oportunidade que se dá para mudarmos nossa história.
Sejas abençoado, sempre!

Dalton Guimarães - diretor superintendente

sexta-feira, 21 de maio de 2010

30 anos de Pac-Man


O jogo foi criado em 1980 por Tohru Iwatani para a empresa Namco e distribuído no mercado pela Midway. Começou no Arcade e alcançou grande popularidade, tendo várias versões para consoles, ganhou até mulher (Mrs.Pac-Man) e filho (Pac-Man Jr.), virou desenho animado e se tornou marca licenciada de vários produtos. Me recordo da primeira vez de que joguei Pac-Man. Estava na 3ª série, na aula de informática - na verdade só se resumia a diversão -, entre os vários jogos que tinha, escolhi o da "bolinha amarela". Passei a aula inteira jogando. Chegava a ser viciante.

Hoje o personagem completa 30 anos. Creio que muitos já devem ter visto a homenagem da Google para o trigésimo aniversário do game. É até possível jogar. Gostei!

O game ficará na página inicial até o meio-dia de domingo (23)

Enjoy yourself!

domingo, 9 de maio de 2010

Dia das Mães

Minha singela homenagem à este dia tão especial:

Mãe, desde a hora em que gera um ser em seu ventre.

Mãe, que na hora do parto, sente uma dor que nenhum outro ser possa imaginar.

Mãe, que gera o alimento em seu próprio corpo para dar à sua cria.

Mãe, que dá carinho, amor.

Mãe, apesar das dificuldades que possam surgir.

Não mede esforços nem consequências para o bem de seu filho.

Mãe, que educa.

Mãe, que brinca.

Mãe, que leva seu filho para a cama.

Mãe, que sonha.

Na esperança de que os próximos dias sejam melhores.

Sempre pensando no bem de seu filho.

Mãe, que se realiza.

Vendo ali, o sonho se concretizar.

Mãe, duas vezes.

O filho vira pai.

Amor em dose dupla.

O filho constroi uma nova família.

Mãe, que sente saudade.

Mãe ausente, mãe presente.

Mãe, sempre mãe.

No fundo do nosso coração.
-

"Deus não pode estar em todos os lugares e por isso fez as mães"

Feliz Dia das Mães!

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Que profissão escolher?

Lá por volta dos meus quatro, cinco anos de idade, comecei a despertar meu gosto por ônibus. Nascia, então, dentro de mim, uma vontade louca de ser motorista. Sempre que eu voltava da pracinha com meus pais, na sexta-feira a noite, me recordava dos ônibus que passaram pela minha frente, escolhia o que mais gostei, pegava um de brinquedo, desenhava a pintura, me sentava no chão e começava a brincar, sonhando que um dia eu iria alcançar o sonho. Anos depois, lá pelos 9 anos, descobri que não era aquela maravilha que eu projetava - apesar de que o trabalho de motorista de ônibus é árduo mas ao mesmo tempo honesto, como todos os outros.

Com 10 anos de idade, comecei a despertar admiração pelo rádio. Comecei a ser ouvinte assíduo das mais variadas estações, passando do pop ao forró. Com o tempo, foi nascendo uma curiosidade de visitar um estúdio. Oportunidade já tive, mas não coragem. Comecei a almejar a profissão de radialista para meu futuro. Aos 12, virei telespectador assíduo de filmes. Ia ao cinema, alugava DVD's e no meio disso tudo uma coisa me chamou a atenção: a dublagem. Pesquisei sobre o tema na internet, descobri nomes de pessoas que emprestam suas vozes para os personagens. Tudo o que eu assistia de desenhos e filmes, ficava tentando descobrir quem dublava quem e, em algumas vezes - não tão raras, rs -, começava a dublar os personagens. Havia filmes ou episódios em que eu sabia a fala de cor e salteado. Já fui à palestras de dubladores conhecidos, peguei autógrafos, e alimentava meu sonho de ser dublador.


Em 2007, aos meus 13 anos, passei a dar mais ênfase para a televisão, dando prioridade aos telejornais. Na época, era lançado o canal Record News, o primeiro canal de notícias na TV aberta. No início eu apostava nela, hoje perdeu a minha audiência por alguns motivos, que deixo para contar em uma outra oportunidade. O prazer de acompanhar as notícias, somado a um canal em que eu poderia contar com isso a toda hora, me motivaram a sonhar com mais uma profissão, a de jornalista.

É até engraçado. De motorista de ônibus para radialista, de radialista para dublador e de dublador para jornalista. Troquei mais de profissões - mesmo que não passem do desejo - do que troco os meus remédios para asma (risos). Até o momento em que estou escrevendo este post, mantenho aceso o desejo fazer vestibular e me formar em jornalismo. Será que algum dia eu poderei mudar de ideia mais uma vez? Não creio. Só o tempo dirá.

sexta-feira, 30 de abril de 2010

A revolta das formigas

Navegando no Twitter, vejo um tweet em que a Rosana Hermann, na qual eu sigo, deu Re-Tweet (RT): "HAHAHA, genial isso sério! Como fazer uma passeata de formigas, pela Baygon".
Tem um vídeo rolando no YouTube de uma passeata de formigas revoltadas com a suma exterminação de sua espécie promovida pela Baygon. Logo após, ela postou os vídeos em seu blog, na qual também compartilho com vocês aqui.

A passeata

Making-of

Muito inteligente! Bem bolado!

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Internet.

Todos nós sabemos que nos dias de hoje vivemos em um mundo completamente virtual e tecnológico. Com a internet, temos o planeta inteiro - quase que literalmente - em nossas mãos, basta clicar. Estou me tornando dependente da internet. Não estou querendo dizer como um vício, mas como uma "necessidade" - mesmo que não seja tão necessária ainda.

Interação, diversão e informação. É o que eu procuro. Utilizo de sites de relacionamento para interagir com novas pessoas. Me divirto assistindo vídeos e charges animadas. Me informo através dos mais variados portais de notícias. Informação a todo instante, é disso que gosto. É um mundo fascinante.

Já ouvi gente querendo me levar para passar uma semana em um sítio - até aí tudo bem - sem acesso à internet. Acho que eu não iria suportar. Não me vejo sem essa ferramenta, virou indispensável. Me desconectarei do mundo. Por um outro lado, tento usufruir com moderação. Quando utilizado com exageros, pode ser perigoso. A pessoa fica dependente, não pela questão da necessidade, mas sim pelo fato de que precisa alimentar seu vício a qualquer custo. Requer tratamento.

A tendência é que todos tenham acesso através da inclusão digital. A tecnologia se alia à internet e se aprimora a cada dia que passa. Apesar do que algumas pessoas dizem, acho que em certos pontos, são novas alternativas para facilitar a vida. Teremos que nos adaptar aos tempos modernos.

terça-feira, 27 de abril de 2010

Imagem do dia (06)

A imagem de hoje traz o entardecer de um dia visto do Aeroporto Internacional Pinto Martins. Foto tirada pelo amigo Júnior.

Pista de aterrissagem/decolagem do Aeroporto Internacional Pinto Martins - Fortaleza/CE

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Bienal do Livro [3]

Domingo, último dia de bienal. Minha pretensão era acordar cedo, sair de casa ao meio-dia, para pegar um lugar mais privilegiado no auditório e assistir a palestra do Maurício de Sousa. Acordei 10:30, o almoço saiu em cima do horário planejado, esperei meu irmão sair do banheiro e partimos rumo ao Centro de Convenções. Eram 12:20. Esperamos o ônibus - demorou - chegamos lá já era 12:45. Fomos em direção ao auditório, ainda com a esperança de ver uma fila não muito grande - tá, não tinha muita esperança. Faltavam apenas 45 minutos. Quando chego, vejo uma imensa fila que se estendia até o lado de fora. Mais uma vez, quebrei a cara.


Chegando na fila, vejo uma mulher conversando com uma das assistentes do evento, informando que a entrada das pessoas no auditório seria através de senhas. Pergunto quantas eram. A moça responde que apenas 1.000. Pensei: "Pronto! Já era!". Peguei o gibi que trouxe de casa, comecei a ler, ouvir música, sentei-me no chão, esperando o tempo passar e a fila andar. Depois de um tempo, coisa de 30 minutos, começam as primeiras movimentações. A fila era tão grande que parecia aquele jogo da cobrinha. Tinha umas quatro curvas.

Me aproximando da entrada, recebo minha senha. Número 467. Pois bem, já dentro do auditório, eu e meu irmão corremos para garantir logo nosso lugar nas primeiras fileiras. Por sorte conseguimos - tinha uma caixa de som no meio, mas deu pro gasto.
E a medida que o tempo passava, as pessoas entravam, mas realmente tinha muita gente. Todas as cadeiras ficaram ocupadas. Enquanto isso, era tocado o hino da Mônica repetidas vezes até a chegada da atração principal. "Sou a Mônica! Sou a Mônica! Dentucinha e sabichona!" Haha.

Com 30 minutos de atraso, o apresentador Dilson Pinheiro (TV Ceará) fez as saudações. Chamou ao palco o quadrinista, artista plástico e professor da UFC, Geraldo Jesuíno, que falou sobre a dificuldade em se trabalhar com quadrinhos no Brasil.



Logo após, na contagem de três, todos chamaram o nome de Maurício de Sousa. Muitos pensavam que ele ia aparecer no palco - como eu, rs. Eis que ele surge no meio da plateia, sendo aplaudido de pé.


Maurício contou como começou a trabalhar. Ele era repórter policial da Folha de S. Paulo. Relatou que, durante o trabalho, ele usava uma capa que nem o personagem Dick Tracy, no qual confessou ter lido muito. Depois viu que não era isso que ele queria. Ele queria desenhar. Foi transferido para o setor de quadrinhos do jornal. Também comentou sobre o mercado. Segundo ele o começo não é fácil. Contou também sobre a Turma da Mônica no exterior - revistas, desenho animados, licenciações, etc - como, por exemplo, na China, 180 milhões de crianças estão sendo alfabetizadas com as revistas da Turma. Entre algumas histórias vivenciadas ao longo de 50 anos de carreira, Maurício motivou os desenhistas que pretendem ingressar na carreira. "Não aceitem um não!". Seguiu-se uma salva de palmas. Depois, foram feitas perguntas do público. Ele adiantou projetos como uma animação em 3D para a Turma da Mônica Jovem utilizando dos mesmos recursos do filme Avatar.



Encerrada a palestra, ele se dirigiu para uma sala reservada para autografar e tirar fotos com os fãs que foram sorteados com a senha distribuída na entrada. Algumas pessoas tiveram a sorte. Outras não - foi o meu caso.

Arrependo-me de não ter aproveitado ao máximo a bienal. Só curti três dias. Estarei esperando ansiosamente o próximo. Me motivou ainda mais a ler. É um outro universo, sem dúvidas. Que venha o próximo!

domingo, 18 de abril de 2010

Bienal do Livro [2]

Penúltimo dia de bienal. Foi mais cheio do que na sexta. Talvez seja a maior disponibilidade que as pessoas tem no final de semana. Hoje, fui assistir a palestra da escritora Thalita Rebouças. A princípio pensei que não fosse lotar. Cheguei 30 minutos antes do horário previsto. Não existia fila para entrar no auditório, achava que realmente não iria dar muitas pessoas. Engano meu. Metade do auditório - e mais um bocado - estava repleta de crianças e adolescentes, além de pais.

Chamam a Thalita para o palco. Ela entra acenando para a plateia. Começa a palestra. São feitas perguntas pela mediadora e do público. Formada em jornalismo, contou que não seguiu a profissão porque jornalista tem que contar a verdade e escritor tem que inventar histórias. E ela adora isso. Falou como começou a carreira, motivou os jovens a nunca desistirem do seu sonho, anunciou novos projetos, como o lançamento dos livros "Que cena, pai!", "Que cena, mãe", "Que cena, professor!" e "Que cena, amor!" em Portugal - lá, "Que cena" é traduzido de "Fala sério" aqui no Brasil - além de um filme adaptado de sua obra "Uma fada veio me visitar". Contou gostar de Fortaleza e pela quantidade de seguidores cearenses no twitter, ela a apelidou de "Fortaleza twitteira", para delírio geral.

Por várias vezes ela foi ovacionada pela plateia. Eu a achei muito simpática, sabe interagir muito bem e falar a língua dos jovens. No meu relógio, a palestra terminou antes do horário. Começou a sessão de autógrafos - também, com tanta gente devem ter reduzido o tempo para isso. Foi um corre-corre daqueles. Muita gente mesmo. Fui para a frente do palco para tirar fotos. Havia gente pedindo para tirar foto, criança sendo segurada no braço pelo segurança para não ir em direção a Thalita, gente gritando por ela, mas ela lamentava que só podia dar autógrafos.

Me pareceu existir um público cativo aqui em Fortaleza. Não sei se a participação dela no último Soletrando influenciou nisso. Aquela velha modinha...talvez sim, talvez não. Enfim, o que importa é que ainda existe jovens que se interessam em ler uma coisa que os agrade. Isso é bom. Segue abaixo as fotos do penúltimo dia de bienal.















Neste último dia tem Maurício de Sousa. Palestra imperdível. Chegarei cedo para garantir uma vaga nas primeiras fileiras do auditório, rs. Até mais!

sábado, 17 de abril de 2010

Bienal do Livro

Nada de passeio de colégio. O negócio é ir por sua conta, sem ter que depender de ninguém e nem ter que ser "expulso" da bienal pelo auto-falante: "Saída Imediata!" Na chegada, muitos alunos da rede pública e, posteriormente, muitos ônibus também - para quem é colecionador, lá está as pencas. Havia muitas crianças também. Algumas delas afoitas, correram no meio da avenida em direção ao ônibus que, em meio ao congestionamento, tentava chegar no ponto para o embarque. Um rapaz, creio que seja o monitor, saiu correndo atrás mandando elas voltarem aos berros. Trabalho nada fácil.

Vou para o interior do Centro de Convenções juntamente com o amigo, Wanderson. Fomos olhando os stands das livrarias e editoras. Ele queria gastar todo o seu dinheiro com livros - aquele tal do bônus que eu falei aqui, no tópico da bienal. Foram quase duas horas dando voltas e voltas pelos corredores lotadas de pessoas que buscavam a leitura ou talvez somente conhecer o evento mesmo. Acabei ganhando um livro: "Sexuário", do sexólogo Juan Carlos Kusnetzoff. Não sei de onde veio essa minha vontade repentina de ter um livro sobre sexo. Mas sempre é bom atiçar a curiosidade e a leitura. Aprimora o conhecimento e a grafia correta das palavras.

Amanhã tem mais bienal. Pretendo assistir a palestra da escritora Thalita Rebouças. Nunca havia conhecido o trabalho dela até a sua participação na última edição do Soletrando, do programa Caldeirão do Huck. Achei interessante os livros que ela escreve para o público infanto-juvenil. Aqui vão algumas fotos que tirei por lá.






http://www.bienaldolivro.ce.gov.br/

Um Abraço! Até mais!

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Imagem do dia (05)

Foto noturna, tirada por mim, de uma vista - quase - panorâmica da Praça Verde, localizada no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, aqui em Fortaleza.

Praça Verde/Centro Dragão do Mar - Fortaleza-CE

terça-feira, 13 de abril de 2010

A música faz parte da vida

Definição de música (Dicionário): s.f. 1. Arte que ensina a combinar sons para que produzam efeito agradável; 2. resultado da combinação dos sons; 3. composição musical; 4. execução de qualquer peça musical; 5. (fig) qualquer conjunto de sons

Minha definição: Uma combinação de sons misturado com emoções e sentimentos.

Seja qual for o estilo, a música se faz presente no nosso dia-a-dia. Me lembro de que quando eu era criança, detestava ouvir música. Qualquer uma que fosse. Na época eu pegava meus ônibus e brincava na sala, queria brincar no mais absoluto silêncio - fora o roncado do ônibus que eu tentava reproduzir, rs -, mas algumas vezes minha tia ocupava a sala pra escutar rádio nas alturas. Só dava Jovem Pan aqui em casa. Até meus 10 anos nunca gostei de música, foi quando eu comecei a interagir com esse mundo.

Em 2004, comecei a criar gosto por músicas do estilo pop. Comecei a escutar as rádios pop's da cidade e fui criando gosto por aquilo, mas durou pouco tempo. No mesmo ano, troco este estilo pelo forró. Passei a ouvir rádios populares, ligava para elas, mandava alôs e cheguei a ganhar prêmios também! Haha! A maioria dos prêmios eram cortesias pra shows, mas nunca fui pegar - claro, muito novo ainda. De todos os prêmios, só um eu fui buscar. Era um CD de uma banda de forró que não existe mais - pelo menos acho - que até hoje tenho guardado.

Enfim, apesar dessa troca de estilos musicais, o meu gosto pelo rádio era incontestável. Fingia ter a minha própria estação aqui em casa. Pegava todos os CD's de minha mãe, um aparelho de rádio, ia para o quarto e pronto! A "Rádio Marcelo" estava no ar! (Risos)

Logo depois, deixei de fazer com que o forró fosse prioridade e passei a escutar tudo que é tipo de música nas rádios populares. Pagode, funk, axé, sertanejo...tudo mesmo. Experimentei de todos os gostos - sempre influenciado pela minha tia, que, mesmo não querendo, tinha que aturar o rádio dela com o volume muito alto, acabei me tornando adepto do mesmo gosto também - , foi quando em 2007 comecei a me apegar por músicas japonesas, OST's (Original Soundtrack) de animes, em outras palavras, "músicas de otaku". Otaku é um estilo que congrega a paixão de uma pessoa pela cultura pop japonesa em geral, sobretudo no que se trata de animes. Fui otaku por um certo período, mas isso não era o que eu queria. Deixei de ser.

Ainda nas ondas do rádio, comecei a escutar a programação noturna - por volta de 21:00 até 00:00. O estilo musical predominante em parte das rádios são os Flashbacks - internacionais ou nacionais - e românticas. Este estilo sempre me agradou mesmo quando eu só ouvia forró. Hoje, defino meu estilo musical sendo este. Músicas como essas me fazem viajar, sonhar, refletir, me deixa mais calmo e sereno. Também podem marcar algum momento bom ou ruim - no caso dessa última opção, tenho receio em ficar triste ou sofrer quando ouvir alguma música que tenha marcado para mim e, consequentemente, deixar de ouvir por trazer lembranças nada boas.

Até semana passada, antes de retornarem minhas aulas, eu ficava até 03:00 da madrugada, deitado na cama, só escutando as estações que tocam meu estilo. Quando eu ouvia uma canção que me agradasse, com um mecanismo do meu mp4, gravava parte da música, tentava decorar a letra, no dia seguinte ia ao Vagalume, pesquisava e, em alguns casos, achava o nome da música para depois baixar. Este é o método que uso para adquirir novas músicas, rs.

Em minha playlist estão presentes o estilo Românticas/Flashbacks - Internacionais. Já vi gente que não gosta, outros que gostam, mas se tratando de gosto, nada de discussão. Uma das minhas favoritas - e mais lindas - de minha lista é esta aqui:



Roberta Flack, uma das vozes mais bonitas que eu já ouvi. Donny Hathaway, idem.

Também gosto muito de Diana Ross:



Entre vários outros cantores e grupos.

Espero que curtam estas músicas. Por mais que pensem: "Ah, isso é música de balde!" ou "Isso é música para melancólico." primeiro ouça para depois formar sua opinião. Não custa nada.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Imagem do dia (04)

A imagem de hoje traz uma bela visão da praia de Morro Branco, em Beberibe-CE, vista por trás das falésias naturais, que são protegidas ambientalmente. Apreciem!

Praia de Morro Branco - Beberibe/CE