sexta-feira, 22 de março de 2013

Imagem do dia (08)

Imagem publicada pela Rádio CBN no Facebook

Feito para esclarecer uma mentira asquerosa inventada pelo desespero que tomaram alguns que interpretam o todo-poderoso à sua maneira, cobertos pelo véu fundamentalista-religioso. E também àqueles que acreditam nas futilidades que dominam as redes sociais. Se tornaram uma espécie de "canalizador de ignorância", instantâneo e em ampla escala. É o reflexo de grande parte da sociedade. Complicado.

terça-feira, 19 de março de 2013

Real igualdade de direitos, para todos


Estamos imersos em meio às discussões calorentas e suadas sobre direitos. Direitos. Todo cidadão possui o papel de cumprir deveres para o pleno funcionamento das instituições sociais. Nada mais justo que seja garantido um amparo constitucional em vista de coibir possíveis abusos contra nossa honra e dignidade, importante destacar, humana.

Afinal de contas, somos humanos. Nos diferenciamos dos demais seres porque dotamos de racionalidade, o suficiente para produzirmos um ambiente ao nosso favor, com total harmonia. Entretanto, alguns vislumbram além disso, o que é um perigo. Utilizam o elemento racional para pensar somente em si, não no coletivo. Também nos diferenciamos pelo egoísmo, mas esse não é o caso.

É justamente nessa individualidade, ao mesmo tempo tão diversificada, que são construídas as minorias. Voltando ao embate por direitos, essas minorias, sentindo-se excluídas da sociedade como um todo, buscam, com todos os méritos, proteção ao Estado. Esses grupos acabam esbarrando nos interesses de outros grupos, geralmente contabilizados como maioria, também individualizados, regidos sob influência de padrões e normas estabelecidas historicamente.

A maioria entende que os indivíduos não inseridos no padrão vigente buscam “privilégios” ao invés de direitos, pois os seus interesses são interpretados como “acima do que é correto” e que essas “regalias” atribuiriam a uma condição especial dentro da sociedade.

Venho observando que essas oposições estão gerando mais rancor e, no mais extremo das situações, ódio. Quero me ater somente no que se refere a religião, etnia e sexo. Essas particularidades devem ser entendidas em um segundo plano, enquanto que não são fatores preponderantes para a construção de um indivíduo em sua solidez moral, ética e civil. Estas, por sua vez, são moldadas pelo caráter que é construído ao longo de sua formação, e que interferirá nos concidadãos à sua volta.

Define-se caráter como o “conjunto de características, boas ou más, que distinguem uma pessoa, um povo [...]”*. O fato de alguém ser católico, evangélico, espírita, umbandista, etc., é apenas uma peculiaridade que deve ser vista em segundo plano, pois não constrói, moralmente, o indivíduo. Mas, sim, o contrário. Os valores morais e éticos do indivíduo faz com que haja uma identificação com as doutrinas, culminando na agregação aos grupos religiosos.

Tampouco a cor da pele vai definir o caráter do indivíduo. A natureza como justificativa é o suficiente para derrubar qualquer ideia racista. Até onde saibamos, não é possível decidir se queremos ser negro, branco, mulato, índio, etc..

E porque a orientação sexual também iria incidir? Ela baseia-se na busca da realização com finalidade de relacionamento entre pessoas de sexo oposto ou de mesmo sexo. Isso é particular de cada um, que merece o devido respeito. Os termos utilizados para designar relações entre seres, como "homossexual", "heterossexual" e afins, não tem mais sentido. Somos humanos e temos o direito inviolável de nos relacionar com quem quisermos. Sem rótulos pautados por orientação sexual, pois isso não é motivo para definir caráter.

Assim exposto, concluo que os fatores acima apresentados não são traços relevantes para as atitudes que um indivíduo venha a concretizar em uma sociedade organizada, de modo que interfira no espaço do outro. Já que o assunto tão aclamado é por igualdade de direitos, porque não aplicar as leis de uma constituição (que deve ser revista e atualizada) que oferte proteção a todos os cidadãos, independente de religião, cor ou orientação sexual?

Hipoteticamente falando, em um julgamento, o homicida é questionado sobre a motivação do crime. Ele responde que cometeu o delito porque a vítima gostava de pessoas do mesmo sexo. Ou, ainda, a matou porque era umbandista. Mais torpe ainda, porque era negro.

Nenhum crime é justificável, mas os três motivos citados não são relevantes para que se cometesse o assassinato. Isso tipifica crime de ódio, que é caracterizado pelo delito desencadeado por intolerância racial, religiosa e outros tipos de preconceito. Simples e apenas. Necessita-se compreender todos os grupos vitimizados pelos opressores nessa legislação. Acredito que resolveria boa parte do problema.

Não é só opressão física, mas social também. Religião, etnia e sexo, reitero, não moldam caráter. Seria contra a moral e bons costumes um homem demonstrar afeto por um amigo ou namorado em via pública? Um negro não pode ocupar uma posição de destaque em seu posto de trabalho graças ao seu esforço? Um evangélico não pode expressar a sua fé? São atitudes inerentes às necessidades humanas.

Diz a constituição, que, em tese, deveria cumprir-se sem interferências externas: “Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil: ... IV - promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação”. (inc. IV do art. 3º). Limpo e seco.

Seria tão fácil se nossa racionalidade nos conduzisse ao coletivo.
(*) http://www.dicio.com.br/carater/
às 05h05min

sábado, 16 de março de 2013

Importância e tolerância


Paixão. Todos nós temos. É uma vocação que carregamos conosco, surgida em alguma fase da nossa vida. Podemos descobrir mais cedo ou mais tarde. Ferramenta útil para fazer esse globo abarrotado de seres interdependentes funcionar. Relação mútua. Existem indivíduos que tem paixão por matemática. Outros, por literatura. Alguns, por ensinar. Dirigir, cozinhar, varrer, música, militar, cuidar, ajudar, proteger, biologia, sociologia, filosofia, história, psicologia, advogar, costurar, escrever, construir, administrar, física, química, política, pessoas. Muitas reticências.

Regra principal é saber dar valor. Por mais que a paixão não seja devidamente reconhecida, o fato de ela já existir é motivo para sentirmo-nos úteis. Aguardando pelo momento certo. Tal como um embrião, que precisa de outro fator para se concretizar. Capacidade. Mostre sua paixão aos outros e de que forma ela pode ser útil aos demais. Não importa qual seja.

Se for limpar as calçadas e ruas da cidade, irá evitar possíveis transtornos pós-chuva. Obrigado! Se for discutir sobre as diversas manifestações literárias e de que modo elas podem influenciar outras gerações, irá ampliar conceitos e novos pontos de vista. Obrigado! Se for especializado em medicina, irá ajudar a prevenir doenças e/ou amenizar algum sofrimento mediante intervenção cirúrgica. Obrigado! Se a vocação é a docência, irá preparar novos cidadãos aplicando-lhes conhecimento necessário para a vida. Obrigado!

Motoristas, psicólogos, cozinheiros, farmacêuticos, jornalistas, vendedores, garçons, engenheiros, advogados, porteiros, técnicos em informática, enfermeiros, costureiros, professores e muitos outros. Obrigado!

Minha paixão não é reconhecida. Tenho ânsia para que o contrário aconteça. Entretanto, compreendo que nem todos a veem da mesma maneira. E é justamente isso que a faz especial, como qualquer uma dessas citadas. E, aliado a essa paixão, tenho mais uma. Permitam-me ser um porta-voz. Apesar da aparente reclusão, comunicar é meu dom. São elas: ônibus e comunicação.

A ânsia surge novamente quando estou diante de um acontecimento inesperado. Alguns exemplos:  Anúncio de novas linhas. Protesto fecha terminal. Novos ônibus começam a circular. Surge uma incontrolável agonia de disseminar a informação. Por vezes, até o celular não é o suficiente. Ligação ocupada, não atendem e outros imprevistos. Um aparelho qualquer com acesso à internet seria útil naquele momento, mas condições adversas não permitem. O jeito é trabalhar a espera.

Paremos para pensar o quão importante é o sistema de transporte. Sem ele não haveria desenvolvimento. Proporciona até mesmo encontros, antes distantes. Alivia as ruas, avenidas e o ar. Os gestores correm atrás de eficiência para conquistar confiança, mas não existe um canal de comunicação de fato estabelecido. Deixe para quem entende do assunto, assim como deixamos outros para várias pessoas que entendem.

Enquanto permanecer despercebido, ganha-se uma virtude. A Paciência. Tentemos exercê-la para o ápice. Válido para todos que possuem uma paixão.

às 03h04min

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Estaria sumindo o Romatismo?


Tema de uma aula de Literatura: Romantismo - movimento literário do século XIX. Acompanhamos a leitura de um box do livro intitulado de: "Românticos: uma espécie em extinção?". Dentro deste box foi extraído um pedaço da música Românticos, do cantor e compositor Vander Lee, cujo trecho é este:

Românticos são poucos
Românticos são loucos desvairados
Que querem ser o outro
Que pensam que o outro é o paraíso

Românticos são lindos
Românticos são limpos e pirados
Que choram com baladas
Que amam sem vergonha e sem juízo
São tipos populares que vivem pelos bares
E mesmo certos vão pedir perdão
E passam a noite em claro
Conhecem o gosto raro
De amar sem medo de outra desilusão
(Romântico é uma espécie em extinção)

A professora pergunta para a classe se entre os jovens ainda existe esse "negócio" de romantismo, como entregar um buquê de flores, uma caixa de chocolate, um bilhete, coisas do tipo

Eu acho que não.

Nos dias de hoje o lance é ficar. Ficar, ficar e ficar. Um amasso aqui, outro acolá. Sem sentimento, só curtição. Às vezes fico pensando: como é que existem pessoas neste mundo que só pensam nisso? Estariam fazendo uma espécie de seleção para ver se encontram o par ideal? Talvez. Outras ficam porque gostam de ficar mesmo e nem pensar em levar um relacionamento a sério. Será que não tem um grão de sentimento, por menor que seja, dentro dessa pessoa, que faça com ela se apaixone por alguém que preencha a outra metade que lhe está faltando?

Acredito que todos tem uma metade para ser preenchida. Pode demorar o tempo que for.

Sinceramente, entro em contradição algumas vezes. Penso se o melhor é ficar ou levar a coisa a sério. Fico inseguro, pois meu dualismo não permite tirar uma certeza, ainda. Mas não vejo coisa mais bela do que passar um final de tarde juntos, trocar carinhos, conversar, namorar em uma noite estrelada, coisas do romantismo - romântico. Talvez estes valores estejam sumindo entre nós, jovens. É o que vejo. Pode ser que não. Espero realmente que não.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Imagem do dia (07)

Adoro quando o céu fica assim, avermelhado... Da frente de minha casa se dava para ter uma visão privilegiada quando existia somente um terreno baldio. Mas, aos poucos, a paisagem vai dando lugar ao progresso.


domingo, 23 de maio de 2010

A pedra

Este texto foi extraído do Jornal da Vitória (informativo mensal da Empresa Vitória) do mês de Abril, no qual gostaria de compartilhar aqui no blog. Muito motivante, por sinal.

A pedra
O distraído nela tropeçou.
O bruto a usou como projétil.
O empreendedor, usando-a, construiu.
O camponês, cansado da lida, dela fez assento.
Para as crianças, foi brinquedo.
Drummond a poetizou.
Já, David venceu Golias, e Michelangelo extraiu-lhe a mais bela escultura...
E em todos esses casos, a diferença não esteve na pedra, mas no indivíduo!
Não existe "pedra" no seu caminho que você não possa aproveitá-la para o seu próprio crescimento.
Cada instante que passa é uma nova oportunidade que se dá para mudarmos nossa história.
Sejas abençoado, sempre!

Dalton Guimarães - diretor superintendente

sexta-feira, 21 de maio de 2010

30 anos de Pac-Man


O jogo foi criado em 1980 por Tohru Iwatani para a empresa Namco e distribuído no mercado pela Midway. Começou no Arcade e alcançou grande popularidade, tendo várias versões para consoles, ganhou até mulher (Mrs.Pac-Man) e filho (Pac-Man Jr.), virou desenho animado e se tornou marca licenciada de vários produtos. Me recordo da primeira vez de que joguei Pac-Man. Estava na 3ª série, na aula de informática - na verdade só se resumia a diversão -, entre os vários jogos que tinha, escolhi o da "bolinha amarela". Passei a aula inteira jogando. Chegava a ser viciante.

Hoje o personagem completa 30 anos. Creio que muitos já devem ter visto a homenagem da Google para o trigésimo aniversário do game. É até possível jogar. Gostei!

O game ficará na página inicial até o meio-dia de domingo (23)

Enjoy yourself!